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Gastrite nervosa: Confira todos os sintomas, causas e tratamento da gastrite nervosa

Todo mundo já teve aquela queimação no estômago em algum momento da vida e algumas pessoas têm quase todo dia. Gastrite é o assunto do artigo de hoje. Mas, você tem ou já teve gastrite?

O que é gastrite?

Em primeiro lugar, é preciso falar sobre estômago. Seu estômago é um saco muscular do tamanho de um pequeno melão que se expande quando você come ou bebe. Se você comer sem parar, ele pode aumentar em 80 vezes sua capacidade, o equivalente a 3 ou 4 litros de líquido ou comida. Então, imagine o tanto de comida que ele cabe.

Gastrite é a inflamação do revestimento do estômago (a mucosa), causando dor de estômago, indigestão (dispepsia), distensão abdominal e náuseas. A gastrite pode surgir de repente (aguda) ou gradualmente (crônica).

Remédios e mudanças na dieta podem reduzir a acidez do estômago e aliviar os sintomas dessa condição Em alguns casos, ela pode causar úlceras e aumentar o risco de câncer de estômago. Mas, para a maioria das pessoas, esse problema não é sério e melhora rapidamente com o tratamento.

Quais são os sintomas da gastrite?

Os sintomas de gastrite variam entre os indivíduos, e em muitas pessoas não há sintomas. No entanto, os sintomas mais comuns incluem: indigestão, que pode piorar ou melhorar com a alimentação; sensação de queimação ou corrosão no estômago, entre as refeições ou à noite; náusea e vômitos; sensação de saciedade na parte superior do abdômen após comer; perda de apetite, soluços.

Quais são os dois principais tipos?

Gastrite erosiva

Causa inflamação e erosão (corrosão) do revestimento do estômago. Mas, essa condição também é conhecida como gastrite reativa. As causas da gastrite erosiva incluem álcool, tabagismo, anti-inflamatórios, corticoides, infecções virais e bacterianas, e estresse devido a doenças ou ficar internado.

Gastrite não erosiva

É uma inflamação do revestimento do estômago, mas, sem erosão. A principal causa desse tipo de gastrite é o H. Pylori.

Quais as causas de gastrite?

Algumas causas já foram citadas, como: álcool, tabagismo, anti-inflamatórios, corticoides. Mas também: doença de Crohn, sarcoidose, vômitos cônicos, estresse emocional, aspirinas. No entanto, uma das principais causas, é uma bactéria chamada Helicobacter Pylori (H. Pylori). Essa bactéria vive na mucosa do estômago, e sem tratamento essa infecção pode causar gastrite, úlceras e, em algumas pessoas, câncer de estômago.

Quais os fatores de risco para gastrite?

O risco de desenvolver essa condição aumenta com a idade. Os adultos mais velhos têm uma mucosa do estômago mais fina, circulação diminuída e metabolismo mais lento para reparar os defeitos. Além disso, tomam mais anti-inflamatórios e aspirinas.

Cerca de 2/3 da população mundial está infectada com H. Pylori, e algumas pessoa têm o risco aumentado porque seu próprio corpo ataca as células do estômago. Essa condição é denominada gastrite autoimune, ela é mais comum em pessoas com outras doenças autoimunes, incluindo doença de Hashimoto, diabetes tipo 1. Além disso, também pode estar associada à deficiência de vitamina B12.

Como é diagnosticada?

Principalmente em endoscopia com biópsia para H. Pylori.

Quais são as complicações?

Se não tratada, essa doença pode causar úlceras e sangramento estomacal. E algumas formas de gastrite crônica podem aumentar o risco de câncer de estômago.

Qual o tratamento da gastrite?

O tratamento da gastrite depende da causa específica. A gastrite aguda causada por anti-inflamatórios ou álcool pode ser aliviada com a interrupção do uso dessas substâncias. Mas, se você tiver H. Pylori, deve tomar antibióticos para exterminar a bactéria.

Os bloqueadores da histamina reduzem a quantidade de ácido liberada no trato digestivo, o que alivia a dor da gastrite e estimula a cura. Além disso, os antiácidos neutralizam os ácidos do estômago, podendo ajudar.

No entanto, o uso prolongado de inibidores da bomba de prótons, especialmente em altas doses, pode aumentar o risco de fraturas. Esses inibidores também podem causar demência, pois, reduzem a acetilcolina, que é necessária para a passagem de sinais entre as células nervosas. Mas, são necessários estudos complementares para examinar se essas observações são reais.

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